Iniciativa busca aproximar universidades e instituições de acolhimento para qualificar o cuidado e fortalecer a garantia de direitos
A Defensoria Pública de Alagoas (DPAL) apresentou, nesta quinta-feira (29), a proposta de criação da Rede Acadêmica de Proteção à Pessoa Idosa Institucionalizada, durante encontro com representantes de instituições de ensino superior e de Instituições de Longa Permanência para Pessoas Idosas (ILPIs).
A iniciativa busca aproximar universidades e instituições de acolhimento, transformando demandas concretas das ILPIs em oportunidades de cooperação acadêmica voltadas à qualificação do cuidado e à melhoria da qualidade de vida dos residentes.
O encontro foi conduzido pela subdefensora pública-geral Thaís Moreira, que também atua no Núcleo de Proteção Coletiva. Participaram a defensora pública Luciana Faro, coordenadora do Núcleo do Idoso; Priscila Araújo, assistente social da DPAL; e Piettra Moura Galvão Pereira, presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de Alagoas (SBGG-AL).
A reunião teve como objetivos apresentar a iniciativa, identificar as necessidades das ILPIs e discutir possibilidades de cooperação com as universidades. A articulação busca integrar o conhecimento acadêmico, a pesquisa e as atividades de extensão às demandas dessas instituições, oferecendo oportunidades de formação prática para estudantes e professores e estimulando a produção de conhecimento sobre o envelhecimento e os cuidados de longa duração.
As ações poderão envolver diferentes áreas do conhecimento e serão construídas em conjunto, com objetivos, metodologia, supervisão e avaliação definidos de acordo com as necessidades identificadas e as possibilidades de cada instituição.
A proposta é integrar o conhecimento acadêmico, a pesquisa e as atividades de extensão às necessidades identificadas pelas ILPIs, oferecendo oportunidades de formação prática para estudantes e professores e estimulando a produção de conhecimento sobre o envelhecimento e os cuidados de longa duração. As ações poderão envolver diferentes áreas do conhecimento e deverão ser construídas conjuntamente, com objetivos, metodologia, supervisão e avaliação definidos conforme as necessidades identificadas e as possibilidades de cada instituição.
“A iniciativa é aproximar universidades e ILPIs, unindo conhecimento acadêmico, pesquisa e extensão às necessidades dessas instituições, com ações que contribuam para a qualidade do cuidado e a dignidade da pessoa idosa. Proteger a pessoa idosa é um compromisso coletivo, e a união entre instituições é fundamental para construir caminhos de cuidado, respeito e garantia de direitos”, destacou a subdefensora pública-geral Thaís Moreira.
A Rede Acadêmica pretende estimular a participação de cursos e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, incluindo saúde (medicina, enfermagem, fisioterapia, psicologia, nutrição, fonoaudiologia, terapia ocupacional e odontologia, entre outras), ciências humanas e sociais aplicadas, direito, engenharias, arquitetura e urbanismo e administração.
A proposta é fomentar ações de extensão, pesquisas aplicadas, atividades de formação e projetos interdisciplinares que respondam às necessidades identificadas pelas ILPIs, contribuindo para a qualificação do cuidado, o aprimoramento dos ambientes e dos serviços oferecidos e a promoção dos direitos e da qualidade de vida da pessoa idosa institucionalizada.








