Atividades realizadas nesta semana, em Maceió, orientaram o público sobre direitos da pessoa idosa, acesso a serviços, proteção e atendimento especializado
Compartilhar informações sobre direitos também é uma forma de garantir que eles cheguem a quem mais precisa. Nesta semana, a Defensoria Pública de Alagoas (DPAL) participou de atividades voltadas à promoção, orientação e garantia de direitos da pessoa idosa, realizadas pela Legião da Boa Vontade (LBV) e pela Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz).
Na quarta-feira (23), a defensora pública do Núcleo do Idoso, Luciana Faro, e a assistente social da DPAL, Priscila Araújo, participaram de uma roda de conversa com idosos e idosas atendidos pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da LBV.
A atividade teve como tema os direitos da pessoa idosa e os serviços que integram a rede de proteção e garantia de direitos. Durante a roda de conversa, foram compartilhadas orientações sobre direitos, formas de acesso aos serviços públicos e mecanismos de proteção. O momento também possibilitou a participação dos idosos, com esclarecimento de dúvidas e troca de experiências.
Já na sexta-feira (25), a defensora pública Luciana Faro participou do Simpósio Interdisciplinar “ALZHEIMER: O diagnóstico importa! Quanto mais cedo você souber, mais poderá fazer”, realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Alagoas (OAB/AL), em Jacarecica.
Na ocasião, a defensora abordou os direitos das pessoas com Alzheimer, contribuindo para o debate sobre a importância da informação e do acesso à rede de proteção e aos serviços necessários para a garantia de direitos.
“Uma pessoa com Alzheimer pode se tornar mais vulnerável a golpes, abusos e outras violações de direitos, especialmente quando há comprometimento da capacidade de compreender ou tomar decisões. Por isso, orientar a pessoa idosa, a família e quem está ao seu redor é também uma forma de proteção. A Defensoria Pública tem um papel importante nesse caminho, oferecendo orientação jurídica e buscando garantir que essas pessoas tenham seus direitos respeitados”, afirmou a defensora pública Luciana Faro.
As iniciativas reforçam a importância da atuação integrada entre instituições e sociedade na disseminação de informações e no fortalecimento das políticas de proteção às pessoas idosas e às pessoas com Alzheimer.





